Blog do Reino dos Pequenitos

O seu Príncipe sabe quando foi o primeiro Natal?

O seu Príncipe sabe quando foi o primeiro Natal?

Muitas crianças vivem esta época natalícia sem entender o seu motivo e tudo o que envolve toda a sua magia.

Conte, de uma maneira que o seu príncipe ou princesa consiga entender, como foi quando Jesus nasceu e, se quiser, estenda a história até a infância dele. É interessante para que as crianças entendam o porquê de toda a comemoração que envolve o Natal.

Bom Natal!

Porque existe o Dia Nacional do Pijama?

Porque existe o Dia Nacional do Pijama?

 

O dia Nacional do Pijama celebra-se sempre ao dia 20 de Novembro e é uma iniciativa e marca registada, da MUNDOS DE VIDA, fazendo parte da MISSÃO PIJAMA.

Este dia tem como por objetivo relembrar que todas as crianças (principalmente as órfãs e institucionalizadas) têm o direito ao afeto e acrescer numa família.

Neste dia, as crianças podem ir para as creches e escolas, vestidas de pijama e usufruir de um dia repleto de atividades educativas.

A data coincide também com o dia da Convenção Internacional dos Direitos da Criança.

 

A inscrição é gratuita e terá de ser feita previamente através da MUNDOS DE VIDA.

 

VIROSES vs FALTA DE APETITE

VIROSES vs FALTA DE APETITE

As malditas das viroses põe os nossos pequenitos de rastos, sem vontade para nada, principalmente para comer.

No nosso Reino tem sido uma luta daquelas!!!

Nestes dias vale quase tudo e pomos de lado as restrições alimentares. Só queremos que eles comam!

Hoje conseguimos que comessem. Ajudaram a preparar e comeram num abrir e fechar de olhos.

Nada como massa esparguete e salsichas!

Deixamos-vos a receita.

 

Ingredientes:

- salsichas q.b.

- massa esparguete q.b.

- sal q.b.

- fio de azeite

 

Preparação:

Colocamos água a ferver com um bocadinho de sal e um fio de azeite.

Enquanto a água não ferve, cortamos as salsichas em três e quebramos molhinhos de massa em duas partes iguais.

Depois é dar asas á imaginação.

Por cá, com pequenas porções de massa, enfiamos a salsicha pelo meio.

Após a água começar a ferver, colocamos os montinhos da massa com salsicha e deixamos cozer em lume brando para que as salsichas não se desfaçam.

Escorrer e servir.

 

Se quiserem mesmo que eles se deliciem coloquem um bocadinho de ketchup! Quem não gosta!?

Animal de estimação e as crianças

Animal de estimação e as crianças

Ter um animal de estimação é uma experiência única, maravilhosa… porque não existe nada mais fiel e agradecido do que um animal bem tratado. Além disso, e pensando nas crianças, pode ser uma oportunidade fantástica para lhes abrir a mente às responsabilidades de cuidar de outro ser vivo.

Quem tem um animal em casa sabe a diferença que a presença dele pode trazer ao ambiente. Os peludos acabam se tornar um membro da família e são inúmeros os benefícios que podem trazer.

Numa primeira análise, ter um animal de estimação é uma ideia que parece improvável para muitos pais. Geralmente justificam pelo fato do animal mudar a rotina da casa e de toda a família. Sem contar os gastos previstos com a ração, remédios, vacinas e visitas ao veterinário. Mas especialistas em educação e psicologia afirmam que os benefícios da convivência entre a criança e o animal de estimação superam as razões apontadas para não ter um animal.

Algumas vantagens:

1 - Ensina a ter empatia

2 - Ensina a respeitar os animais

3 - Cria uma companhia constante

4 - Ensina a ter responsabilidade

5 - Ensina a brincar com limites

6 - Ensina a valorizar o poder de se ter um amigo

7 - Ajuda a ultrapassar medos

Amamentar até que idade?

Amamentar até que idade?

Existem recomendações, mas muitos são os fatores que podem fazer uma mãe amamentar por menos tempo que recomendável....

Não apenas as mamãs, mas todas as pessoas envolvidas com o pequenito devem ter consciência da importância da amamentação!  Incentivar e ajudar a criar um ambiente favorável ao aleitamento é responsabilidade de todos.

Segundo a UNICEF (Fundo das Nações Unidas para a Infância), se todos os bebês fossem exclusivamente amamentados durante os seis primeiros meses de vida e continuassem a mamar até os dois anos de idade, quase um milhão e 300 mil crianças poderiam ser salvas, todos os anos, e outros milhares de meninos e meninas cresceriam muito mais saudáveis em todo o mundo. Isso mostra o quanto o leite materno é importante para a criança. Ele é o único alimento que a criança precisa até o sexto mês de vida.

Muitas mães não amamentarem seus pequenitos por indisponibilidade e a falta de informação. Muitas mães não são orientadas sobre como viabilizar a amamentação e não conhecem os seus direitos, por isso param de amamentar quando voltam a trabalhar.

Alimente o seu pequenitos até os 6 meses apenas com leite materno, depois com as papinhas, mas continue a dar o leite materno até os 2 anos ou mais se você desejar.

Como saber se o seu filho tem excesso de peso?

Como saber se o seu filho tem excesso de peso?

A obesidade infantil tem consequências graves para a saúde como hipertensão, diabetes, entre outras. Trave-a.

Em fase de crescimento o excesso de peso nas crianças passa muitas vezes despercebido aos pais. No entanto, diagnosticar atempadamente um peso acima do ideal é uma vantagem contra futuros problemas de saúde.

Consultar um Pediatra

Definir o peso ideal do seu pequenito depende de um conjunto de fatores, como a idade, o sexo e a etnia. Por isso mesmo, pode ser difícil avaliar se uma criança tem excesso de peso apenas com recurso a uma balança ou à medição do perímetro abdominal. O melhor é recorrer ao pediatra ou ao médico de família, numa consulta de rotina, para que este especialista possa avaliar o peso do seu filho.

2 - Guie-se pelo Índice de Massa Corporal

Por norma, a referência usada pelos pediatras é o percentil de Índice de Massa Corporal (IMC), a partir das tabelas adotadas pela Direção-Geral da Saúde. Através deste método, o diagnóstico de excesso de peso ou obesidade é relativamente simples.

O Índice de Massa Corporal é calculado a partir da relação entre o peso e a estatura da criança ((peso (kg))/(estatura (m)^2 ).

A partir deste valor, é necessário consultar as tabelas da Direção-Geral da Saúde para identificar o percentil de IMC, em função do sexo e idade da criança. Entre o percentil 85 e 95, é diagnosticado excesso de peso. Acima do percentil 95, estamos perante um caso de obesidade infantil.

Veja os exemplos:
– A Maria tem 5 anos, pesa 21 quilos e mede 1,08 metros. Neste caso, o IMC da menina é de 18. Consultando as tabelas de percentis de IMC, a Francisca está entre o percentil 85 e 97, logo, com excesso de peso para a sua idade.

– O João tem 12 anos, pesa 52 quilos e mede 1,45 metros. Feitas as contas, o IMC do jovem é de 24,7. Tendo em conta a sua idade, o Diogo está acima do percentil de IMC de 97 e, por isso, é diagnosticado com obesidade infantil.

Acompanhe a evolução do peso

Por norma, a maioria das crianças obesas apresenta um desequilíbrio alimentar e pouca atividade física. Esteja, por isso, atento à alimentação do seu filho, mas lembre-se de que não existem quantidades certas de alimentos certos a ingerir. Concentre-se no percentil de IMC da criança para avaliar um possível excesso de peso. 

Meça a estatura e pese-o com exatidão. Calcule, a partir daí, o IMC da criança e, depois, compare-o na tabela de percentis respetiva, que consta no Boletim de Saúde Infantil e Juvenil. Em caso de qualquer dúvida, contacte o médico da criança.

Sinais de alerta a partir de que idade?

Não há uma idade mínima para estar atento ao excesso de peso dos seus filhos. Mesmo as crianças abaixo dos três anos podem ser obesas. Lembre-se de que a obesidade infantil está associada ao desenvolvimento de outras doenças, durante a adolescência e idade adulta, como apneia do sono, diabetes tipo 2, hipertensão e fígado gordo. Quanto mais cedo for diagnosticado o excesso de peso, mais rapidamente poderá começar a implementar hábitos de alimentação saudáveis, com a ajuda do pediatra da criança. Mas cuidado: não implemente dietas e restrições alimentares aos mais pequenos sem consultar um médico, sob o risco de prejudicar o seu desenvolvimento natural.

Quanto mais baixo falamos, mais as crianças ouvem!

Quanto mais baixo falamos, mais as crianças ouvem!

Gritar com os nossos pequenitos é, muitas vezes, uma resposta automática a um comportamento ou atitude que nos descontenta, mas é o certo?

No dever de educar, gritamos, embora, às vezes, o grito pareça funcionar, devemos estar conscientes que não só não educamos, como geramos confusão e angústia na criança, às vezes, envolta em alguma raiva, como quem pensa “é injusto, estão sempre a gritar comigo.” 

Educar sem gritar é a melhor opção que podemos assumir como pais e educadores. Gritar não é pedagógico nem saudável para o cérebro da criança, porque longe de resolver algo, o que se consegue com isso é ativar dois tipos de respostas emocionais: o medo e/ou a raiva.

Devemos educar, disciplinar com base no coração, na empatia e na responsabilidade. Educar sem gritar não é apenas possível, mas sim necessário. Disciplinar, corrigir, orientar e ensinar sem recorrer ao grito tem um impacto positivo no desenvolvimento da personalidade da criança. É uma maneira eficaz de cuidar do seu mundo emocional, de cuidar da sua autoestima, dar exemplo e fazer ver que existe outro tipo de comunicação.

Embora envolva alguns esforços, é possivel comunicar, educar e disciplinar de forma mais saudável os nossos pequenitos!

A visão dos bebés

A visão dos bebés

Quando nasce, o bebé não sabe usar os olhos por isso é normal que os entorte várias vezes. Com 1 ou 2 meses, no entanto, ele já aprende a focar os dois olhos ao mesmo tempo e é capaz de acompanhar com o olhar um objeto em movimento.

Aos 2 meses os pequenitos vêm algumas cores desde que nascem, mas têm dificuldade em diferenciar tons idênticos. Assim, muitas vezes preferem cores contrastantes ou o preto-e-branco. Entre 2 e 4 meses de idade, no entanto, as diferenças entre as cores vão ficando mais claras e o seu bebé começa a distinguir tons parecidos. Dessa forma, deve começar a mostrar preferência por cores primárias e fortes, e por formatos e desenhos mais detalhados e complexos.

Aos 4 meses o pequenito começa a desenvolver a perceção de profundidade, que o ajuda a saber se alguma coisa está mais perto ou longe. Também passa a controlar melhor os braços, e assim o desenvolvimento visual acontece na hora certa para ajudá-lo a tentar agarrar no seu cabelo, brincos ou óculos, com muito mais precisão.

Aos 5 meses consegue detetar objetos pequenos e acompanha bem o movimento das coisas. A maioria das crianças de 5 meses já aprendeu a distinguir as cores básicas parecidas, e agora começa a observar as diferenças entre os tons pastel.

Aos 8 meses a visão do seu pequenito agora é quase igual à de um adulto em termos de clareza e perceção de profundidade.Há bebés que atingem esta fase por volta dos cinco meses, depende de cada bebé. Com essa idade, os olhos da criança também normalmente estão próximos de sua cor definitiva, embora ainda possa haver mudanças pequenas na cor da íris.

Qual é a idade certa para dar telemóvel ao seu filho?

Qual é a idade certa para dar telemóvel ao seu filho?

Numa era em que a tecnologia está cada vez mais presente, a dúvida persiste para muitos pais.

Afinal, qual a idade certa para o primeiro telemóvel? Posso dar um telemóvel ao meu pequenito de apenas 9 anos de idade? Ele precisa de um telemóvel porque gosta de ouvir as músicas dele, tirar fotos, jogar os seus jogos e também gosta de ter o seu próprio despertador para acordar. Se pensar bem, todas estas necessidades podem ser supridas de outras formas.

Existe a questão de precisarmos de ter uma forma de nos comunicarmos. O pequenito passa o dia todo fora de casa, sai da escola e vai para uma atividade, tem natação, ballet, futebol e precisamos de ter uma forma de nos comunicarmos. Então já começa a fazer sentido querer dar-lhe um telemóvel, já que precisam de se comunicar.

Da mesma forma que cada um cresceu ao seu ritmo, também não existe uma idade pré-definida para oferecer um telemóvel a um pequenito. Os pais devem tomar a sua decisão, consoante a maturidade e responsabilidade do jovem em causa. Contudo, convém delinear algumas regras, que têm de ser obrigatoriamente impostas, e feitas cumprir pelos pais.

Educação pré-escolar e a sua importância

Educação pré-escolar e a sua importância
Até finais dos anos 80, os estudos académicos confirmavam que a frequência na educação pré-escolar promovia uma inserção positiva no 1º ciclo do ensino básico, ao contribuírem para oportunidades de sucesso escolar, especialmente, nas aprendizagens de leitura, escrita e contagem. Isto decorria do facto de, na educação pré-escolar serem fomentadas atividades como contar histórias, folhear livros, revistas ou jornais, realizar jogos de letras e palavras, jogos com figuras geométricas e números, entre outros de estímulo cognitivo, fundamentais para incutir futuros hábitos de leitura e de cálculo mental.

Atualmente, estudos recentes apontam esses e outros benefícios, considerados primordiais na socialização dos jovens e no desenvolvimento das suas habilidades e competências. Torna-se vital que os pais, aquando a idade pré-escolar do seu filho, sejam capazes de fazer uma escolha educacional fundamentada. É importante que a criança usufrua de atividades educativas essenciais ao seu bom desenvolvimento cognitivo e comportamental.
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